Se quiser, venha comigo. Vou lhe contar uma história. Vou lhe mostrar uma coisa...

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Nascer, correr, correr, (viver?) morrer.


            É aquela luta com todas as forças. Mesmo quando não há forças.
            Todos querem viver. Talvez porque a morte é o desconhecido, o obscuro, o 'não-falado', o medo, a incerteza. Mas há uma palavra principal para definí-la: o INEVITÁVEL. É impossível explicar algo que não se sentiu, mas se sabe que um dia irá sentir. Há tantas teorias para explicar... Uns dizem que todos morrem na hora determinada por Deus e que essa hora nos é estipulada desde que nascemos. Uns falam que devemos enganá-la, tentar dribá-la o máximo possível. Há também aqueles que creem em uma outra vida, em um outro mundo, outra dimensão. Sinceramente, não sei em que conspiração acreditar. Quando se vê de perto situações assim, não tem muito o que pensar. Simplesmente nascemos, corremos, corremos, corremos e continuamos correndo até onde nos é permitido. Corremos riscos, conhecemos pessoas, criamos laços, construímos lembranças, buscamos conhecimento, produzimos valores, aprendemos com situações, encontramos tristezas, rimos, choramos, caímos, levantamos, vemos cores, experimentamos sabores, sofremos com dores, conquistamos amores. E tem uma hora que as pernas não funcionam mais, não tem mais para onde correr. Começamos a caminhar, a rastejar e uma hora paramos. Paramos de respirar! 


Isso é acabar? Não há mais onde chegar? O que virá? 

E quem saberá? 

Um comentário:

  1. Ai, fico sempre tristinha por aqui, fico esperando o dia que vou entrar aqui e te ver sorrindo, essa fase de tristezas ainda não passou, mas vai passar ^^

    Fica bem =**

    ResponderExcluir