Se quiser, venha comigo. Vou lhe contar uma história. Vou lhe mostrar uma coisa...

terça-feira, 24 de maio de 2011

Quão eterno me parecia... Mas quem diria?

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                             Confesso que foram alguns minutos aqui...
                            Quizá horas passei digitando e apagando, digitando e apagando. Sei que escrever é mais fácil do que falar, mas isso se tornou difícil de transmistir seja qual for a linguagem usada. Meus impacientes amigos já estavam reclamando da minha demora para responder no msn. Minha mãe me chamando sem parar lá na sala. E eu aqui tentando expor toda minha agonia, usando verbos no passado para que a história faça sentido enquanto vocês leêm. 
É estranho não saber por onde começar, nem como desenvolver a história. Talvez nunca irei contá-la aqui realmente, nem para outras pessoas, nem em situação alguma. Apenas fatos isolados, episódios desconexos, coisas que não parecem ter sentido mesmo quando reunidas e agrupadas. É sim, a razão das minhas insônias, a última coisa que me passa na mente antes de dormir e a primeira que eu penso quando acordo. Cada detalhe, cada promessa, cada palavra que guardo como se tivessem acontecido hoje, agora mesmo. Os momentos que não passei, imaginei cada um deles em meus sonhos, e acho que acabei acreditando que eles existiram realmente. E não me arrependo de nada, simplesmente nada. Mas infelizmente nem sempre isso é o suficiente. Se doar não significa receber o mesmo em troca. Dói muito saber disso. Dói também saber que quando se vai leva nossa felicidade e nossa vontade de arriscar  novamente. Porém, mesmo tentando evitar essa dor, a espera permanece, como se tudo pudesse voltar a ser como era, cada sorriso bobo e esperançoso antes de dormir, cada dia acreditando que a felicidade estava muito próxima da gente. Esperar... mesmo sabendo que não voltará. Por quê? 


É difícil explicar...

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PS: De todos os posts desse blog, esse foi o mais difícil à ser escrito. Talvez pela quantidade de sentimento guardado ou pela intensidade da agonia que eu sentia no momento. Pode parecer um texto simples, comum como os outros aqui já escritos, mas eu aqui depositei meu coração e a dor dele. Mas há tanta dor, que ainda sobrou aqui dentro pra continuar me agoniando, me aflingindo. E toda vez que eu ler,  lembrarei do que senti. E quando essa dor passar eu posso até rir dessas "bobagens". Porém, hoje é muito mais que bobagem...

4 comentários:

  1. Não há dor maior q a nossa, por mais q ela possa parecer pequena aos olhos dos outros.

    Cada um sabe o qto sofre, os outros só imaginam, pensam q não é nada, dão um sorriso, dizem uma palavra de ânimo, q quase sempre é uma frase feita pq não eles param para refletir, e no segundo seguinte eles seguem em frente, mas vc não... vc fica com a sua dor q ning foi capaz de entender...

    Cada um sabe o qto sofre, ning mais sabe... E haja frases feitas...

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  2. Eu sentir todo esse sentimento.. Amei o texto.. Amo aqui! :)

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  3. Oi minha amiguinha! Juro que passarei aqui com mais tempo. É que gostaria de te fazer um pedido:

    __PASSANDO PRA TE INFORMAR QUE JÁ ESTOU DISPUTANDO A FINAL DO 4º PENA DE OURO E MEU POEMA ''CABIDE'' ESTÁ EM 1º LUGAR NO RESULTADO PARCIAL.A VOTAÇÃO FECHA DAQUI 1 DIA.MAIORES E BREVES INFORMAÇÕES NO BSW EM MEU POST-INFORME MAIS RECENTE. CONTO CONTIGO SE POSSÍVEL, MINHA AMIGA.

    Super Beijo !!

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  4. Acho que nenhuma escrita, quando escrita do coração vai ser bobagem. Nem mais adiante. Por que o que no coração fica sendo bom ou não, é uma questão de sobrevivência. E nunca se torna bobagem. Por que naquele momento era você. Foi você. E independente, não somos bobagens. Não nos tornamos palavras bobas postadas para outros.

    'Fique triste, pegue a tristeza curte-a, abrace-a e descarte-a. Tudo que realmente precisa esta no "a"'

    Bjaum pinguiiiiiiiiin \o

    www.suportedamente.blogspot.com

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