Se quiser, venha comigo. Vou lhe contar uma história. Vou lhe mostrar uma coisa...

sábado, 20 de novembro de 2010

espera, que o sol já vem ♪

   As vezes, quando estamos com um emaranhado dentro de nós - de sentimentos, sensações, explicações sem sentido, soluções imaginárias, lembranças, esperanças; é dessa bagunça toda que são feitos os emaranhados-, achamos que o melhor é se auto-centrar. Afinal, não é dentro de nós que esse bolo confuso está? Então, é lá que queremos estar também? Olhando para o emaranhado, falando sobre ele para amigos, para a mãe, para a terapeuta, para seu cachorro? Discorremos sobre ele por horas, ouvimos explicações infinitas (e, para ficarmos mais confusos, todas fazem algum sentido!), conselhos intermináveis. E acreditamos que estamos melhorando. E estamos, mesmo. Ms até certo ponto. Porque, afinal, existe lá fora. 
E o que tem lá fora? 
Ora, lá fora tem o  
mundo!
   Então, da próxima vez que estiver morrendo de chorar, olhe para si mesmo, mas não perca muito tempo lá. Preste mais atenção nas coisas interessantes do seu exterior. Os seus sentimentos ruins ficarão com ciúmes no começo. Sentimentos ruins são mimados: adoram quando damos total atenção à eles. Contrarie-os um pouquinho. Esqueça-os. E lembre-se do mundo porque, às vezes, olhar para fora é a melhor maneira de entendermos e melhorarmos o que temos por dentro.

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