Se quiser, venha comigo. Vou lhe contar uma história. Vou lhe mostrar uma coisa...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Nunca entendi o que realmente as pessoas costumam chamar de sorte. Eu nunca ganhei na loteria, nem em bingo, jogo do bicho, tele-sena, ou mega-sena. Nunca achei dinheiro no chão da rua, nem outras coisas que pudessem ser aproveitáveis. Nunca fui sorteada, nem ganhei presentes que me surpreendessem. Nunca vivi um momento em que eu parasse e pensasse: "PUXA! Que sorte a minha". Mas já pisei em coco de cachorro, já paguei mico na frente de todo mundo, ja cai na rua, ja cai da biscicleta (na primeira e unica tentativa de aprender a andar nela, rs.), ja perdi coisas importantes, já trombei com um mendigo na avenida e caimos juntos no chão. Aaaaah, se eu for levar a sério esse assunto de sorte, eu simplesmente deixo de viver. A concepção de sorte é profundamente enraizada no imaginário popular, interferindo na conduta dos que nela acreditam. Muitas pessoas imaginam que a sorte possa ser obtida através de artifícios ou amuletos, como ferraduras de cavalo, trevos de quatro folhas etc, e eu não sou uma delas. SORTE? No meu dicionário, essa palavra não existe. 

Se voce é competente, não tem sorte, 
É apenas merecedor do que conquista.

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