Se quiser, venha comigo. Vou lhe contar uma história. Vou lhe mostrar uma coisa...

sábado, 30 de janeiro de 2010

Sabe, tchurururu estou louco pra te ver nossos medos são muito antigos. Quando nascemos, trazemos nossas antigas impressões de limitação e medo do mundo. No momento do nascimento, somos empurrados para o mundo e sentimos medo das pessoas, do barulho, do desconhecido, de tudo. Existem medos normais e razoáveis que até nos protegem como, por exemplo, não chegar perto do fogo para não queimar os dedos, não chegar à beira de um precipício para não cair ou fugir de um animal que poderia nos atacar. Existem, porém, os medos que nos aprisionam. Esses são criados por nossos pensamentos negativos, pelas emoções instáveis e conflitantes, pelos sentimentos de culpa, raiva, dúvidas, ansiedade e apegos. Quando eu era crança, sempre tive medo de pessoas me observando. Procurava não dormir, pois tinha medo de quem estivesse ao meu lado quando eu acordasse. Sempre tive essa paranóia de que havia alguém a me observar. Aos poucos deixei o medo de lado e parei de temer esse alguém que eu nunca soube se era real.
Os medos fazem parte da vida, 
Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro
a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz   !       (Platão)

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