Se quiser, venha comigo. Vou lhe contar uma história. Vou lhe mostrar uma coisa...

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

O palhaço não sou eu, mas sim essa sociedade monstruosamente cínica e tão ingenuamente inconsciente que joga o jogo da sinceridade para melhor esconder a loucura. O que salva um palhaço? O rosto falho em tinta expressiva mantem o último riso tragicômico. Chega a hora em que ele percebe que não riem de suas piadas, mas dele mesmo. UM PALHAÇO. Não anda mais a sorrir para todo mundo.

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